quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Grupo de trabalho e primeiro contato escola-estágio

Integrantes do grupo de ensino e aprendizagem:

  • Ana Moretti
  • Mara Ferrera
  • Pedro Fatinatti
  • Gabriela Amaral

Primeiro contato

Fui a uma escola pública da periferia de Campinas e a equipe de coordenação me recebeu de forma muito agradável e acolhedora, a direção, coordenação e os professores se prontificaram a me ajudar em tudo que eu precisasse e uma frase da coordenadora me deixou muito feliz : " Precisamos de pessoas novas e novos projetos para melhorar nossa escola!".
Em principio pensei em um trabalho levando uma visão de Freinet porque tive uma experiência no Chile encantadora, na qual conheci uma escola de ensino básico com a metodologia Freinet e realmente vi que o modelo dá certo!
Assim estou conhecendo Vygotsky e procurando uma forma de mesclar o conhecimento e a prática.
No colégio estou acompanhando classes de ensino fundamental 6ª série, 7° ano, com a professora de português e pude verificar o modelo usado na escola e a dificuldade de aprendizado de alguns alunos, o que me estigou a trabalhar com intervenção em ensino e aprendizagem.
Depois de duas semanas de acompanhamento é hora de ler muito e começar a pensar no trabalho.

"Nos habituamos todos de tal forma a comandar as crianças e a exigir delas uma obediência passiva que não pensamos na possibilidade de haver uma outra solução paraa educação que não seja a fórmula autoritária (...)" Freinet

Ana Moretti

Mudando Paradigmas da Educação?

Esse vídeo é muito interessante ao questionar o modelo mecanicista de ensino, que atualmente é o modelo vigente nas escolas. Qual o papel do aluno nisso tudo? Ele deve ser um ser passivo ou ativo na sua educação? E o professor?

Durante meu primeiro semestre de Estágio Supervisionado I - observando aulas de História em um colégio particular nos 6º e 7º anos-, pude observar que muitas vezes o professor tentava novas abordagens de ensino, mas que nem sempre eram compatíveis com o que a escola espera daquela aula. Há todo um cronograma a ser cumprido, um conteúdo específico que é cobrado da escola que o professor passe aos alunos, que o professor utilize o material apostilado que a escola escolheu em todas as aulas, entre várias outras problemáticas.

Como, diante de todos esses limites, estruturar uma aula de História que envolva o aluno e não seja cansativa (como a maioria dos alunos geralmente acha)? É possível fugir daquele modelo de aula expositiva de História?





Mara Ferreira Alves

início

Iniciamos a socialização virtual da trabalho em grupo do estágio, estamos nos familiarizando com o blog e conhecendo suas ferramentas.
Pensei em iniciar refletindo sobre como fazer as atividades através de perguntas.
A primeira questão seria como começar?
Assim começamos o desenvolvimento de uma proposta de roteiro de atividades durante o período de estágio.
 Sugestão: levantamento de dificuldades de aprendizagem na escola, conhecendo o PPP da escola, reflexões teóricas, proposta de intervensão e avaliação final. Mas talvez o melhor seria avaliar também no meio do processo? A proposta de roteiro está simples, isto é bom ou ruim?
Quais podem ser as dificuldades que venham a surgir na atividade escolar? Quais podem ser os problemas mais gerais e os mais específicos?
???

Pedro

Ensino e aprendizagem

Caro leitor, este trabalho visa atingir os educadores e as pessoas que tenham interesse em metodologia e dificuldade de ensino e aprendizagem, em uma visão  histórico cultural, podendo haver discussões e troca de experiência.
Eu lecionei durante um ano em uma escola pública da região de Campinas como OFA, e pude ter um excelente primeiro contato com a instituição escola, com uma visão distinta daquela que eu trazia de meus anos de ensino, pude perceber as dificuldades e os dilemas que todo professor de primeira viagem tem ao iniciar sua prática docente.
A primeira dificuldade que tive foi, como ensinar os alunos e fazer com que todos aprendam de uma maneira uniforme, mas é impossível, todos os alunos tem um perfil diferente e um tempo para absorver e entender o conteúdo.
Meu contato com a Faculdade de Educação da Unicamp me mostrou que uma metodologia como a que eu tive no meu período escolar não é mais tão bem aceita pelos alunos e que devemos buscar novas metodologias de ensino para abranger a aprendizagem de todos.
Busquei um resquicio de construtivismo e mesclei com a prática usada hoje em dia, a mecanicista, mas não obtive um desempenho tão bom como eu esperava para meus alunos, e pensei, onde estou errando?
Hoje nosso grupo busca ouvir os alunos e tentar entender onde se encontram as dificuldades e assim em conjunto com a escola e os professores fazer um plano de intervenção.
Mas gostaria de transmitir o blog de um grupo da Universidade de Santiago de Chile, que como nós, também procuram uma forma docente de melhorar a educação e é uma oportunidade de conhecer o ensino em um país próximo e que pode nos ajudar a abrir a mente.
Esse site inicia com uma provocação: Qual será sua identidade como professor?
http://diversidadyfid.bligoo.cl/


"A motivação é a razão da ação, é ela que impulsiona as necessidades, interesses, desejos e atitudes particulares dos sujeitos" Vygotsky


Ana Moretti

Vygotsky

Para começcarmos a entender um pouco mais de Vygotsky indicamos o seguinte vídeo de Martha Kohl.

Grupo Motivação

Atividades:
-Pesquisa bibliográfica sobre o tema da motivação na escola relacionada com Vygotsky;
-Começar a pensar como serão as intervenções relacionadas ao tema na escola.

Grupo:
Fernanda Pestana
Priscila Garcia Gomes
Débora Steves

Apresentação Grupo Linguagem

Bruna, Max e Rodrigo.

Grupo de Inclusão

Luiz Gustavo
Luís Felipe

OBS:Segue o link do texto para o grupo de linguagem:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-79721999000100015